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O texto a seguir não constitui transcrição das palavras do professor Waldo.
Por favor, para saber o conteúdo exato das tertúlias, vejam o vídeo ou ouçam o arquivo de audio no site www.tertuliaconscienciologia.org.
Essas anotações são pontos que eu anotei e que estão sujeitos à minha interpretação.
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PW: resposta do Professor Waldo;
INT: pergunta da internet;
PES: pergunta de pessoa presente na tertúlia;
(*....): algum comentário meu;
*hh:mm: hora do dia em que determinada parte do texto foi debatida nesta tertúlia;
*Pausa: dei um intervalo porque fui fazer alguma coisa ou aconteceu corte na minha recepção do vídeo;
Negrito: Epígrafe do parágrafo a seguir ou uma parte do texto que eu achei interessante marcar para chamar a atenção.
*A partir das 12:57
*Hoje aconteceu a reabertura do Tertuliarium ao público, depois do período de quarentena devido à gripe suína (influenza A H1N1).
- Distribuição. (*Peguei o bonde andando) A gente dava sacos de coisa pra comer, senão o povo não ia lá.
- Nós começamos a atender 35 mil pessoas, que é como se fossem 7 cidades de 5000 pessoas. Tem um monde de cidades que são assim deste tamanho.
- Intenção. Há um processo de intenção em tudo que a pessoa faz.
- O elitismo do ponto de vista evolutivo é inafastável. Temos que ver a intenção da pessoa dentro da evolução dela.
- Nós estamos na parte da transição dentro da encruzilhada. Então vamos seguir para frente com a intenção boa - é a hora da mudança da intenção.
- Isso vai afetar tudo que nós fazemos, e vai afetar os fluxos e saldos das nossas histórias. É aí que muda o elitismo.
- Vamos supor que a Terra de uma hora para outra, ficasse com todo mundo no nível do evoluciólogo - ainda teríamos cada um com mais ou menos 9 milhões de bactérias. Teria o elitismo do evoluciólogo com a bactéria então.
- Isso do ponto de vista evolutivo não tem jeito, tudo tem a ver com o esforço e a evolução da própria consciência.
*Pausa
*13:06
- Cemitério. Quando se dessoma, volta todo mundo para o cemitério.
- Cemitério é igual a praia - tá todo mundo igual lá.
- Eles colocam até lápides, monumentos maiores, quando a pessoa tem dinheiro mas não adianta, daí a uns meses a pessoa está toda comida pelas formigas, todo mundo igual.
- É um bagulho energético até. Por isso que sou a favor do crematório. Enquanto não tiver crematório eu não dessomo aqui.
- Baratrosfera dos ricos. A pessoa não foge do destino dela. Às vezes ela vem de novo para passar por aquela provação em que fracassou como uma prova para ela.
- A maioria fracassa de novo, é preciso ter cuidado com aquilo.
- Por isso é preciso fazermos mais a autorreflexão.
- Eu sempre falo que a turma de Wall Street achava que uma pessoa com 5 milhões de dólares naquela ocasião já começava a ficar escrava do patrimônio dela.
- Era difícil manter o dinheiro sem ela dedicar tempo, e então pegava uma parte da vida dela - não era bom.
- Agora, uma pessoa mão de vaca, gosta deste negócio. Quantos judeus não conheci assim, que só pensavam na economia dia e noite e gostavam de ver o processo do dinheiro. Isso não é o ideal.
- Agora, o pé de meia: uma pessoa com 1 milhão de reais já tem um pé de meia violento. E ela pode fazer uma procuração e ver um profissional que ela confia, e ele tomar conta daquilo, sem ela nunca precisar se preocupar.
- Ter um pé de meia é bom para a pessoa ter mais facilidade mentalsomática. Eu não estou falando emocional não, é mental mesmo! Eu já vi pessoa que quando ficava com dificuldade financeira travava todo o processo mental dela, ficava sem idéias, sem criatividade.
- O dinheiro é uma criação humana. Eu acho que o Estado Mundial vai chegar num ponto em que não vai mais existir dinheiro. Agora, é uma coisa que ainda tem que mudar muito aí, os políticos têm que ver ainda as coisas.
- Biblioteca. Biblioteca fica caro também. Tem vezes em que para ter uma biblioteca de qualidade, que tenha tratados, a pessoa tem que ter dinheiro para fazer.
- Por isso eu também acho ótimo a Internet que tem livros de graça, quando alguém coloca ele lá.
- Eu vou achar uma beleza quando o pessoal das Ics se resolver bem aí e eu puder colocar todos os meus livros na internet.
- Bilionário. Existe uma condição do bilionário que é indefensável. Mesmo que ele tenha inventado alguma coisa e o dinheiro vindo, é necessário ver o que ele está fazendo com o dinheiro.
- Você vê o bilionário que tem a casa de 100 milhões e que só de piscar ou estalar o dedo ela abre as coisas, começa a funcionar.
- Os EUA têm muitos mecenas que doam dinheiro mas para fazer lavagem de dinheiro.
- Têm alguns que fazem doação enorme perto de morrer só para a mulher não ficar com o dinheiro todo, que é dinheiro demais.
- Agora, esse aí que fez a coisa para não dar dinheiro para a esposa, é um assediador.
- Depois ele veio falar comigo e eu mostrei que ela estava fazendo assistência, ele não. Eu acho que ela não vai ter melex, ele vai.
- Baratrosfera. Em comunexes baratrosféricas eu já vi gente segurando coisas como se fossem ouro e no entanto não tem nada ali. A pessoa está alterada.
- É que nem aquele cara que estava para morrer e foram fazer extrema unção nele com crucifixo dourado, e ele então dá uma levantada pela última vez, dá uma agarrada no crucifixo de ouro e daí morre.
- Ouro. Eu fui estudar moedas de ouro e coleções para ver o nível da situação de elitismo e também para ganhar dinheiro.
- O numismato é uma coisa séria, porque muitas destas pessoas que mexem com isso têm muito dinheiro e são líderes.
- Tinham peças e jóias que você começava a mexer e vinha uma consciex que seguia este objeto. Eu vi isto com moeda de ouro, medalha e jóias, e depois com uma coleção de selos, que o cara que tinha trabalhado com ela por 50 anos queria incorporar para mexer com a coleção ainda.
- Eu tive que sair do corpo para conversar com o cara, que as coisas dele estavam sendo encaminhadas e não dava para ele levar aquilo tudo junto.
- O Enumerador falou para eu que era melhor sair e conversar com ele, então eu fui e mostrei como desfazia o psicossoma.
- Eu então falei para ele que um amigo nosso ia encaminhar ele e ajudar ele. Daí veio o Enumerador, com todo carinho, abraçando, levando ele com todo cuidado para encaminhar ele no extrafísico.
- Este cara era conhecido no Brasil, uma cabeça, e tinha gente que achava que ele falsificava as variedades dos selos, mas não era - ele era dos melhores em filatelia que tinha no Brasil.
- Eu expliquei para ele que a viúva dele queria vender a coleção, que a gente não ia desfazer a coleção, ia cuidar dela. Por sinal temos aí até hoje, e até acrescentei para ela.
- Agora, uma coleção destas dá mais do que uma mala grande destas que entam em avião. Mala destas com rodinha.
*13:29
- Condomínios. INT: Você não acha que os condomínios da conscienciologia são elitizantes onde vão viver apenas pessoas de elite cultural?
- Ora, os afins se atraem, não tem nenhum problema nisto. (?)
- Elite e interprisão. Uma pessoa multimilhonária que tinha muitos pés de chinelo em torno tem alguma coisa para resolver ainda com os milhonários né?
- Você há de convir - a pessoa que é pé de chinelo tem menos interprisão de início do que os que são atrelados à elite.
- Epicor. INT: O que o senhor acha do remédio Epicor à base de levedura, que fortalece o organismo contra cancer e dizem também contra a gripe suína e que foi apresentado no congresso de medicina ortomolecular agora (?).
- PW: Eu não sei sobre este remédio, então não posso opinar.
- O que eu sei é que contra a gripe suína não temos nenhum remédio ainda além do tamiflu e a vacina que estão fazendo aí.
- Quando se tem surtos de doença assim começa a aparecer tudo que é remédio milagreiro.
- Queda. O que eu vejo de pessoas que antes tinham muito dinheiro e depois ficam sem nada, eu vejo vocês que eram antes aristocratas, da monarquia, ou clero, em outra vida.
- Vocês eram da elite que tinha mais processo intelectual. Se a pessoa sai daquilo, em outra vida, apesar da memória obscurecer, ela não perde o que tinha de intelectualidade.
- Por isso que é importante a pessoa ler, ler, ler sem parar. Eu quando era garoto lia muito e perguntei para meu pai o que adiantava ler, se a gente esquecia depois. Meu pai então falou que não, que o que eu lia, ia ficar comigo para sempre depois.
- Daí eu perguntei para ele como é que o povo não lia mais e andava com o livro debaixo do braço. Ele respondeu que era "porque o povo é burro!"
- Então temos que ler bastante e ser que nem a Hannah Arendt, que não tinha biblioteca particular dela e então passava o tempo todo em biblioteca escrevendo os livros e tudo de coisa que ela fez.
- Agora, muita coisa da evolução também é feita à base da moeda, que é o que dá para ela possibilidades de estudar.
- Nós estamos hoje na era da fartura, e temos acesso a tudo que é informação de graça. Apesar dos problemas de ditadura e guerras que tivemos aí, estamos bem até, neste ponto.
- Um amigo meu que eu conhecia do interior estava fazendo o pé de meia dele vendendo várias coisas, começou com hortaliças, depois mudou... Ele ia indo e foi conseguindo. É lógico que esse homem tinha sido aristocrata em outra vida (?).
- Heteroassédio. Não é só de consciex para conscin não. Eu já vi muita mãe que fica assediando o filho que morreu cedo.
- No movimento espírita o que mais tem é isso. O filho não consegue seguir a evolução dela porque a mulher fica puxando ele toda hora.
- No assédio é o peixão da boca grande, com mais energia que domina o menor. O processo de assédio é assim.
*13:46
- Ofiex. PES: na sua vida anterior você chegou a ter ofiex? PW: tive.
- PES: mas nesta você começou a ter automaticamente? PW: não, de modo algum. E o que eu tive na outra vida era de despossuído, era coisa pouca.
- A maioria das coisas que eu falo para vocês aí são coisas que já existiram em outros planetas, mas que ninguém falou aqui ainda.
- Então vocês com o desenvolvimento de parapsiquismo de vocês, vão desenvolver muitas coisas. Desde o ano de 1100 que eu era mais consciencioso come ssas coisas.
- Foi nessa época que eu também começei a descaracterizar os meus processos de emocionalismo, de sexo e tudo mais. Faz mais ou menos 900 anos.
- Por isso também que eu quis saber mais do Reurbanizador, porque soube que ele estava preparando as coisas desde aquela época. Ele sabia das coisas já, e nós ainda não.
- Então eu já tinha consciência do que era uma ofiex. Nesta vida, quando começaram a fazer um encantuamento extrafísico comigo, de amparadores mostrando as coisas. Em outras vidas a gente teve muito assédio - nesta eu tive mais encantuamento de amparadores.
- Eu estava vendo o povo e começava a me render às situações e eles apareciam falando que aquilo não era para mim. Vinha depois um cara e outro e falava uma coisa ou outra a meu respeito. Isto começou a me dar delineamento do que era meu caso.
- O pior da história é que eu não posso dizer de uma pessoa humana que tenha me dado indicação clara a respeito do assunto. Todo mundo era consciex. Até os 14 anos, de todo mundo que que falou comigo, ninguém soube dizer nada.
- Nem o Zezé Palestino que estava me esperando quando dessomou soube dizer nada, e era materialista.
- Você já pensou o quanto eu não fiquei raciocinando em cima disto? Eu não brinco com o meu destino, com as minhas coisas, que são sérias.
- Vocês devem também levar as coisas a sério. Ninguém começou a mexer com estas coisas há 30, 40 anos. Vocês estão com coisa séria, raízes que são igual àquelas que vão lá longe, em outra cidade.
- Ressomas. De 1100 para cá eu tive várias ressomas, mas temos que considerar as minividas - as vidas curtas.
- Foram mais de 8 que eu tive, se for contar todas elas, mais ou menos.
- Eu vi uma porção de coisas com os amparadores e principalmente os evoluciólogos. Eu sou um especialista em me ressomar.
- Existem vidas humanas que são fenômeno de materialização, está entendendo? O caso da Bilnea (serenona Monja no livro Cristo Espera por Ti) foi isto.
- Eu tive vidas assim, que duraram pouco. Aquela em que eu fui filho do Chico Xavier eu até que durei mais.
- Quando eu alcançei um pouco de lucidez a respeito deste corpo, começei a pensar nisto e a ter retrocognições. Daí eu vi que nesta vida eu também estava fazendo quase o mesmo das outras vezes, porque tinha tido parto laborioso, com cabeça rachada e também depois tive pneumonia dupla.
- Esta aparição da Hannah Arendt que eu tive para mim, quando eu estava trabalhando com as coisas do Hitler ali. Como é que este povo como ela aparecem comigo? Uma mão lava a outra. Estas coisas ocorrem, nós todos somos devedores e credores, e a vida toda é assim.
- Assédio o tempo todo é processo de credor e devedor. Existe esta parte positiva que é assédio. Você dá coisas e recebe também do mesmo jeito assim.
- Esta é uma das maiores vidas que eu já tive, com 77 anos agora.
- Agora, eu tive uma vida também em que vivi muito e já estava bem velhinho, até com dificuldade de andar. Eu era retaco, mais forte até, mas estava com dificuldade de andar.
- Muitas vidas eu quis viver mais mas não deixaram né. Quer dizer, vocês não deixaram (risos). O problema todo é este né, os outros não quiseram.
- Amparadores. Todos os com quem eu trabalho são do meu para afeto milenar, que tem mais ou menos afinidade com o transmentor, para ter uma idéia.
- Todos apareceram de uma vez para mim (*que apareceram nestes dias ali). Perguntei para eles se eles iam ressomar agora.
- Quando apareceram estes 5 então eu fiquei com pé na frente e outro atrás, se não tinha acontecido alguma coisa errada.
- Estes estavam na Interlúdio trabalhando, alto nível com phD evolutivo. Alto nível.
- Hannah Arendt. Ela se sobresaíu em matéria de celebridade do que todos os outros filósofos que eram da época dela, e mesmo ela tendo muitos problemas.
- Quando ela foi para os EUA ela virou celebridade, com um monte de gente atrás, e ela não gostava disto não.
- Tem um livro sobre ela "Nos Passos da Hannah Arendt" (?).
- E ela toda hora fala no livro sobre o problema de dispersão, que a Hannah Arendt tinha. O livro tem que ter paciência para ler, são 644 páginas de letra pequenininha.
- Ela conseguia levar as coisas mesmo com o déficit de atenção, e não tinha um monte de facilidades que temos hoje, como email, computador, etc.
- Esta autora, Lory Adler (???) que escreveu este livro escreve muito bem, mas tem alguns cacoetes. O maior que ela tem é "pertencimento", que toda hora ela usa no livro.
- A Hannah não se sabe se vai fazer intermissivo, mas está trabalhando na equipe de pessoas que atende o pessoal da segunda guerra. O Espartano está ajudando ela, e até foi ele que trouxe ela aqui. Ela está ajudando no processo de segunda guerra e atuando também na guerra entre palestinos e judeus, até a testa nestas coisas. Ela é favorável a ter os dois estados.
- Ela dizia isto desde a outra vida dela. Os alemães iam contra ela e os judeus também, e ela era judia. Quando ela foi para os EUA é que as coisas se abriram mais para ela.
- Ela foi a primeira mulher a dar aula em Princeton. E ainda abriu caminho para mais mulheres, porque falou que só voltava lá se eles abrissem vagas para mais mulheres no curso.
- Ela era bonita, se casou mais de uma vez. Agora, o maior erro dela é que ela era apaixonada pelo Heidegger, e a mulher dele até deu o contra nela.
*14:18
- Médici de Florença. INT: como o senhor avalia a situação da família que foi antiética com certas coisas mas que ajudaram com navegações por outro?
- PW: eles que criaram o primeiro banco e estão ainda envolvidos com o processo econômico. Nós temos até dentro da conscienciologia gente desta época, mas com processos enraizados e difíceis.
- *Família Médici http://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia_M%C3%A9dici
*Comerciais
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