Importante!

A manutenção desta página é independente de qualquer instituição conscienciológica.

NÃO ACREDITE EM NADA!
Nem mesmo no que está postado nesta página de internet.
A intenção desta página é relatar debates das tertúlias, e não relatar verdades absolutas.
Questione e pondere tudo com racionalidade.

Tenha suas próprias experiências!


Encerramento das Atividades

Precisei parar com o blog. Mais informações neste post.

Updates deste Site

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

*1314. Balonismo - Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009



**************************************************************************

O texto a seguir não constitui transcrição das palavras do professor Waldo.

Por favor, para saber o conteúdo exato das tertúlias, vejam o vídeo ou ouçam o arquivo de audio no site www.tertuliaconscienciologia.org.

Essas anotações são pontos que eu anotei e que estão sujeitos à minha interpretação.

**************************************************************************


Share/Save/Bookmark
***Legenda***
PW: resposta do Professor Waldo;
INT: pergunta da internet;
PES: pergunta de pessoa presente na tertúlia;
(*....): algum comentário meu;
*hh:mm: hora do dia em que determinada parte do texto foi debatida nesta tertúlia;
*Pausa: dei um intervalo porque fui fazer alguma coisa ou aconteceu corte na minha recepção do vídeo;
Negrito:
Epígrafe do parágrafo a seguir ou uma parte do texto que eu achei interessante marcar para chamar a atenção.

*A partir das 12:43

  1. Estudo. Eu estudei balões e fui ver de perto só para meter o pau em tudo depois.
    1. Nunca subi em balão porque eu ia querer ir de paraquedas, e daí como ia ficar o meu machismo? (?)
  1. Aeromodelo. Para isso eu sempre dei força, ajudei. O meu filho foi criado à base de aeromodelo.
    1. A melhor coisa que eu falava era para darem aeromodelo ao filho, que ele não ia pegar tóxico.
    2. E para os caras de balão também falava para esquecer aquilo e pegar aeromodelo. Gente que tem mania de voar e pilotar também é bom dar aeromodelo, para quem queria ser piloto de todo jeito e que tinha temperamento de quem não ia durar uma semana naquilo.
    3. Aeromodelo não mata ninguém.
    4. Agora, tem tanta gente que tem medo de avião de tanto ter andado de avião.
      1. O Niemeyer é um que nunca anda de avião e já perdeu muito negócio porque não gosta de andar de avião.
  1. Incêndios. Os balões com fogo devam problemas a vida inteira no Brasil e em todo mundo.
    1. O caso do cara que fugiu da prisão com um balão...
  1. Imprensa. Lá embaixo temos jornal que exalta o balão na seção de esportes e na outra página do mesmo número fala que matou não sei quanta gente o balão.
  2. Crescendo. Se eu fosse falar de crescendo aqui seria de balão pequeno e balão grande que matou mais pessoas do que o menor.
    1. Outro crescendo seria o tamanho dos incêndios que cada balão causou.
  1. Leite derramado. Se você já fez o erro e se arrependeu, mudou, então segue em frente e procura fazer alguma assistência dentro da área que errou.
  2. Nazismo. Baloeiro para mim é nazista. Nazista ficava seguindo as ordens e filosofia do outro que mandava nele para matar os outros.
    1. O baloeiro segue as ordens que criou para si mesmo - autassédio total. E não tem ninguém mandando em nada neles.
  1. EV e tenepes. Se a pessoa praticar o EV ou tenepes, ela não vai praticar balonismo, vai acontecer algum acidente de percurso com ela na primeira semana.
  2. Militares aposentados. Já apareceu reportagem de baloeiros que eram militares aposentados. Daí tinha que perguntar para eles quantos incêndios que eles já causaram.
    1. Se disserem que não então tem que perguntar como é que eles soltam balão, se é dentro de casa, num barracão deles lá.
    2. Balão é regra - vai causar incêncio. É só perguntar para bombeiro que eles sabem como é. Tem bombeiro que ficava até ruborizado quando se falava em balão.
  1. Las Vegas. O holopensene de balão é todo festeiro. Todo mundo fazendo festa, feliz, com os balões... Mas é um assédio danado.
    1. Balão é que nem Las Vegas, todo produzido, cheio de assédio.
    2. Quando eu ficava lá, eles me chamavam de brazillian crazy e perguntavam o que eu achava dali. Eu então falava o que estava vendo de consciexes com as pessoas ali jogando, que daí a pouco ia cair as fichas de uma pora causa da consciex alterada ali. Daí a pouco caía tudo mesmo e a pessoa ficava lá no chão juntando aquilo.
      1. Las Vegas era um cenário vivo de cinema. Eles tinham um bom sistema de bombeiros e não tinha incêndio, senão eu nem ficaria lá.
    1. Eu acho que pode ter árvore que você planta e nasce dinheiro - é só ir em Las Vegas ou em Macau.
    2. Agora, esses dois lugares eles aumentaram depois que eu visitei. Estão maiores ainda.
    3. Macau eu fui ver porque queria olhar as coisas do Camões, na década de 60. Depois eu vi lá a água vermelha de sangue por causa das pessoas que eles tinham matado lá, com a ditadura. Nunca mais voltei a Macau depois disso. Agora, à Hong Kong eu matei.
    4. Hong Kong você sempre aprende alguma coisa. Lá é que nem Niterói e Rio de Janeiro - tem barco para tudo que é lado.
  1. Impunidade. Agora balonismo é proíbido. Na terra da impunidade onde o cara mata o outro e tem gente qu rouba bilhões sem sofrer nada, balonismo é que não vai dar problema para ninguém.
    1. O Lula que passa a mão em todo mundo. O cara cometeu um crime e o Lula passa a mão na cabeça e vira amigo. Ninguém pode falar que o Lula não faz assistência - ao modo dele.
    2. O Lula não fala nada que seja verdade, é que nem o Chico Xavier, não fala nada que seja verdade. Ele faz as pazes com todo mundo, não briga com ninguém...
    3. Política tem que ser feita para o povão, e o povão mais sério que tem é o da cadeia, os presidiários.
      1. A maioria das pessoas lá não sabe nem ler, é analfabeto.
      2. Os que sabem ler lá são líderes, lideraram os outros que eram apedeutas.
      3. A elite mesmo não está na cadeia. Ninguém fala nisso. É um paradoxo.
    1. Agora você há de ver eu dizer isso para os políticos, os populistas, a turma do PTB do Getúlio...
    2. Agora a coisa toda piorou, com as consréus e esse monte de impunidade que tem aí.
  1. Balão invertido. O balão ao contrário e que rodava de cabeça para baixo, com a barriga embaixo e o fogo em cima. Foi o primeiro que mostratam por aí. Foi em Curitiba esse.
    1. Mata do mesmo jeito e faz incêndio do mesmo jeito, mas era novidade...
    2. O negócio era colocar todos os baloeiros dentro do balão e sumir com eles, para eles sentirem como é que o balão funciona.
  1. Conscienciograma. Tudo que tem errado de gente pirada você vai encontrar nos baloeiros. É o conscienciograma inteiro.
    1. Uma vez eu encontrei um bombeiro que queria deixar a corporação, por causa do balão. Estava desacoroçoado ele. E não podia chamar ele de soldado do fogo, que ele daí não ia nem te escutar. Era um processo sério.
    2. Ele viu tanta coisa. Eu fui falar com ele, que ele não atendia só balonismo, que tinha salvado muita gente já. Bombeiro é o máximo. Se eu fosse trabalhar como operário, ia querer ser bombeiro, na hora. É eletrizante e salva gente.
  1. Reciclagem. Eu já consegui conversar e tirar gente do balonismo, agora mulher não dava, tinha que ser homem. Eu inventava tudo que era argumento e fazia uma pasta enorme deste material, só de fatos, contra o que não se pode brigar.
    1. Eu também andei trabalhando muito com gente paraquedista, igual àquele nosso amigo aqui que tinha feito já 1000 pulos e nunca tinha quebrado nada.
    2. Tudo por esporte, a riscomania né. Uma pessoa riscomaníaca, por quê ela é? Você é isto. Começei a mostrar a realidade.
    3. Riscomania é o mercenário na guerra, que se apresenta como voluntário. Aquele é riscomaníaco. A voluntariedade dentro da guerra mostra que ele é maníaco. Ele é fronteiriço ao suicídio, quer se arriscar.

*Pausa

*13:26

  1. Montanha russa. É outra coisa que eu também não ando.
    1. Uma vez eu estava num parque de diversões que tinha uma grande montanha russa que batia na água e tudo. A pessoa que estava comigo quis ir, eu falei que era melhor não, que ela não ia aguentar.
    2. Ela quis ir e eu então fui comer um sanduíche gigante que tinha lá. Ela depois apareceu toda capenga, falando que os músculos dela tinham ido para o espaço, de cansaço.
    3. Eu avisei, agora, é o princípio da descrença. É o lado patológico do princípio da descrença.
  1. Maconha. Estão banindo o cigarro de tudo que é jeito, e ao mesmo tempo estão fazendo liberação da maconha aí.
    1. São as mesmas autoridades que estão fazendo as duas coisas?
    2. Até que ponto não são os fumantes e as indústrias que sustentam esse processo com o lobismo deles?
    3. Se eles liberarem os tóxicos, tudo que fizeram com o cigarro volta atrás, e a indústria volta de novo.
    4. Eles não gostam de falar nisto, mas a indústria já caíu muito.
    5. No país dos lenientes, eles não gostam de fazer força. A pior coisa que tem é aquela assentada e que depois volta tudo atrás. Esta lei do cigarro é uma destas.
  1. Autassédio. Mau hábito de pensenização - a patopensenidade costumeira, medíocre e viciosa que vai e torna a voltar que causa certos problemas.
    1. Às vezes a pessoa foi daquele jeito 40 anos e não muda de uma hora para outra. Ela faz a besteira há 40 anos, para mudar de uma hora para outra não é fácil.
  1. Paisagem. Havia um fazendeiro com várias fazendas. Ele era doido com balão. Um deles que ela ajudou a colocar no céu depois caíu e queimou o lugar dele todo.
    1. Daí ele falou que ia desistir, que tinha plantado a safra dele inteira. Eu falei para ele continuar, para soltar mais um balão, para ver no que dava, se queimava a casa dele também.
    2. Ele tinha muito dinheiro. Tinha que cair em cima dele porque depois de tanto debate.
    3. Pegou uma coisinha a toa, o balão era pequenininho. Balão pequeno.... Incêndio grande. Isso aí faz parte do serviço.
  1. California. Vocês não acham estranho na California ter incêndio sempre no mesmo lugar todo ano?
    1. Lá é um deserto seco. Se for um ulhar ígneo, já saem chamas para todo lado lá.
  1. Afinidade. Nós atraímos o bem ou o mal, o sadio ou o positivo. Quando uma pessoa começa a ter muito acidente de percurso, eu falo "cuidado, calma aí".
    1. A pessoa tem que melhorar a energia dela, senão não adianta benzer a pessoa não.
    2. É o chamamento, a evocação. Aonde você está, você está evocando as coisas que você pensa. Tem que ver o que está chamando, se é positivo, negativo, se produz ou destrói.
    3. Temos que ver a qualificação do que atraímos.
  1. Massagem. Massagem e fisioterapia é a coisa mais séria que tem, porque você mexe diretamente na pessoa pelos chacras, e os poros.
    1. É chacra palmar tocando direto nos chacras da pessoa. Quem está no front da batalha é o pessoal da massagem.
    2. Eu mexia na pessoa quando trabalhava em cosmiatria. Nunca tive problema com nenhuma pessoa que eu tratei. Agora, eu olhava os detalhes. Sou uma pessoa de detalhes.

*13:49

  1. Baratrosfera. O ex militar aviador que dizia em entrevista que não abriria mão de balonismo de jeito nenhum e que gostava de soltar balões a vida inteira dele.
    1. Para isso existe a baratrosfera. É para onde este pessoal vai meditar depois, no inferno que eles mesmos criaram.
    2. O sniper depois aposentado falando dos grandes feitos dele matando os outros. Atirador de elite. O cara é aposentado e defende o sniper.
    3. O repórter perguntava para ele qual o maior feito que ele tinha feito e ele falou que tinha matado 40 pessoas de um dia pro outro. Ele falava que tinha que estar a 1km de distância e acertar na testa dela, que aquelas pessoas não prestavam mesmo e eles estavam fazendo um serviço na humanidade.
    4. Aonde eu vivia quando era pequeno tinha um senhor velhinho que era jagunço e tinham abrigado ele lá num lugar, que ele estava no fim da vida.
      1. Ele tinha matado 65 pessoas já. Lá no interior era um faroeste, ninguém nunca era punido por nada.
      2. Você achava que ele estava de fantasia, mas depois de uma manhã inteira ouvindo ele contar detalhes dos crimes que ele tinha cometido. Isso em 1945.
      3. Eu nunca vi ele fora do corpo.... Nunca. Ele deve estar lá nas profundezas até hoje do processo dele.
      4. Era até simpático. É a natureza humana.
  1. Parques de diversões. Esses lugares sempre tem uma morte ou outra, mas o percentual de pequenos é muito pequeno.
    1. Agora, não entre em foguete nem montanha russa. E todo negócio que você achar um negócio estranho, não entre não.
  1. Prédios precários. Tem prédio que está para cair e as pessoas nunca fecham o lugar. Não tem segurança.
    1. Tem que escrever artigo com o seguinte título "Tragédia Anunciada".
    2. Teve lugar que eu também não entrei porque era poluído demais.
  1. Zeppelin Hindenburg. O zepellin dos alemães que depois pegou fogo e matou 36 pessoas, de tripulação e passageiros, metade.
    1. Uma pessoa da minha família tinha andado no zeppelin e eu entrevistei ela, vi tudo.
    2. Ele chegou até a andar no Rio de Janeiro.
    3. (* http://en.wikipedia.org/wiki/Hindenburg_disaster)
  1. Concorde. Agora, no Concorde eu andei de propósito. E levei o meu filho junto.
    1. Uma das viagens mais sérias que fizemos foi de Paris para o Rio de Janeiro. Deram para o meu filho tudo que era coisa de avião, que eles tinham lá para crianças, mas que nunca conseguiam dar, porque quase nenhuma criança ia lá.
    2. Eu estudei o caso dele e era dos aviões mais seguros que tinha. Só deu problema quando ficou velho o avião.
    3. O problema foi que eu paguei 834 dólares de excesso de bagagem. Eu não podiam andar por correio porque ia ser perdido tudo lá dentro. Ele fizeram um desconto para mim porque eram 3 passagens, com criança junto..... 834 foi com o desconto.
    4. Se a gente mandasse por navio depois ia ser um problemão para tirar no Rio. No correio quando eu mandava, sumia tudo. Eu ficava até com os recibos e mostra no correio, mas ninguém sabia daquilo - alguém tinha parado o negócio.
    5. Os livros eram obras raras, mais sérios, coisa que eu procurava há 10 anos e não ia deixar lá né, valeu a pena.
    6. (* http://en.wikipedia.org/wiki/Concorde)
  1. Queimadas. Às vezes eles fazem desmatamento mesmo, queimadas ali perto.
    1. O maior problema que temos aqui é de agrotóxicos que eles colocam ali em cima das plantações.
    2. O erro deles é estar plantando a soja na zona urbana. Isso é errado.
    3. A coisa mais errada que existe na humanidade é o incêncio. Isso aí é terrível né.
    4. Nesta áreea não é para dar incêndio nenhum, porque a vegetação não seca no inverno. O problema é que jogam agrotóxicos que secam as plantas todas.
  1. Pescadores. O pescador é maluco. Você já viu um pescador que pescou um peixe pequeno, o pescador profissional?
    1. É um processo megalomaníaco sério.
    2. Nós tivemos problema aqui de assalto por causa dos pescadores que vinham aqui e traziam a família inteira para ficar olhando, para ir ver os peixes do rio ali atrás. O pessoal ficava entrando aqui como se não quisesse nada e olhava tudo.
    3. Eu nunca pesquei nada. Nem caça de nada.
  1. Baloeiros. Eles seguem, seguem e seguem os balões de carro por kilômetros. Na hora que acontece algum incêndio, eles somem todos, não aparece nenhum. Ninguém se apresenta para falar que causou o incêndio.
    1. Eles começam a envolver a criança pequena para fazer os balões e depois muitas vezes a pessoa fica viciada nisso porque começou pequena.
    2. É soltar balão, caçar, pescar.
  1. Cleptocracia. É mania de roubo, mania, doidura.

*Comerciais

*14:21

***


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

*1313. Expressão Intercambiável - Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009



**************************************************************************

O texto a seguir não constitui transcrição das palavras do professor Waldo.

Por favor, para saber o conteúdo exato das tertúlias, vejam o vídeo ou ouçam o arquivo de audio no site www.tertuliaconscienciologia.org.

Essas anotações são pontos que eu anotei e que estão sujeitos à minha interpretação.

**************************************************************************


Share/Save/Bookmark
***Legenda***
PW: resposta do Professor Waldo;
INT: pergunta da internet;
PES: pergunta de pessoa presente na tertúlia;
(*....): algum comentário meu;
*hh:mm: hora do dia em que determinada parte do texto foi debatida nesta tertúlia;
*Pausa: dei um intervalo porque fui fazer alguma coisa ou aconteceu corte na minha recepção do vídeo;
Negrito:
Epígrafe do parágrafo a seguir ou uma parte do texto que eu achei interessante marcar para chamar a atenção.

*A partir das 12:32

  1. Gripe suína em Goiás. O prefeito de Goiás morreu ontem à noite de gripe suína. Ele estava internado no hospital municipal de lá, em estado grave.
  2. Assédio e casal incompleto. INT: pode ter assédio quando gostamos muito de alguma pessoa e não conseguimos ficar junto? PW: pode ser, tem que ver o caso.
    1. A dupla é necessário fazer concessões. Às vezes a exigência atrai assédio.
  1. Sincronicidade. Acaso é sincronicidade, são a mesma coisa.
  2. Ministra. Saíu no jornal. A ministra mente tanto que teve que fazer plástica no nariz. Aquele negócio da outra ministra lá que teve foi uma coisa braba, ela teve que fazer plástica para a próxima eleição.
  3. Isca. Ele é um assediado, querendo ou não, mesmo que seja uma isca fazendo assistência.
    1. Muitas das iscas que temos para fazer assistência, não tem jeito, ele vai ficar assediado.
    2. O maior assediado que tem é o desperto, que é desassediado permanente total, porque ele vai ter que fazer a empatia, a recepção para poder fazer assistência.
    3. É preciso entender isso senão eu nunca vou ver os 4 dicionários cerebrais na cabeça de todo mundo.
  1. Concessão. Se você está fazendo exigência, não está fazendo assistência. A primeira concessão que fazemos é ajudar a pessoa. Isso é concessão. É disso que eu estou falando.
    1. O negócio é ser interassistencial. Se ela não é, o negócio não dá certo.
    2. Uma pessoa que vai só para a afetividade dela e quer defender o amor que ela dedica, tem egoísmo e não amor.
    3. Não podemos confundir também a questão da duplologia com a assistência em geral. As duas coisas são diferentes.
  1. Orgulho. Se você vai fazer assistência para aquela pessoa, às vezes a pessoa acha que está te fazendo um favor, como se fosse seu credor.
    1. Às vezes tem que fazer isso várias vezes até poder esclarecer a cabeça da pessoa, que tem o orgulho muito grande dentro da torre de marfim, para ela vir para a planície.
    2. Eu vi muito disso dentro da tacon. Tem gente muito orgulhosa.
    3. Eu já vi pai mandar o filho para recolher o que ele precisava, mas ele não ia lá, não tinha cara. Eu dava as coisas e falava para o filho levar para o pai, que era o que eu estava devendo.
    4. Quanto mais a gente entende, mais capacidade você vai ter de ajudar esta pessoa.
    5. A compreensão da interassistência faz ela ser mais eficaz e ampla.
    6. A política da assistência existe. O problema mais sério é o assistente alcançar o máximo de autolucidez no que ele faz.
    7. Eu já vi gente trabalhar na assistência há 17 anos, e a pessoa vivia daquilo, e não tinha nenhuma noção do problema que trabalhava. E era mulher, com bastante hormônio. Então era uma pessoa seca, em todos os sentidos - era cactácea. Eu chamava essas pessoas de cactáceas, homem e mulher.
      1. Eu já vi instituições inteiras só de gente assim, cactáceas.
      2. A pessoa que dá alguma coisa esperando algo de volta, não está dando, está fazendo negócio.
  1. Maternagem. A pessoa tem que ter maternagem também para fazer assistência. Seja homem ou mulher.
    1. Eu atendia gente demais na minha clínica, um monte eram crianças. E lá eu tinha clínica geral, não era pediátrica.
    2. Minha mãe reclamava que a minha roupa sempre chegava suja, por causa das crianças que eu tinha que pegar para tratar lá.
  1. Assistência. Vocês vão logo ser amparadores extrafísicos, cedo ou tarde. Este é o futuro imediato de vocês.
    1. Eu já estou cantando a pedra desde já. Agora, em função disto, nósp recisamos aprender mais as trincas, truques e meios da assistência. Para isso tem que ter muito mentalsoma, ponderação, reflexão...
    2. A pessoa que começar a estudar assistência um pouco acima da média vai começar a entender mais os assediadores, o parapsiquismo, o estrapolacionismo, vai dar mais valor para os banhos de energia que os amparadores dão nela e passam batidos.
  1. Anti-acaso. Esta é uma palavra que não tem no aurélio, e eu quero fazer um verbete sobre ela. Então quero ajuda de vocês aí com a internet, para saber quais os elementos que compõe o arcabouço do processo do anti-acaso.

*13:03

  1. Anti-acaso. A sincronicidade poderia ser sinônimo de anti-acaso (?).
    1. O serenão deve entender sobre anti-acaso.
  1. Eufemismo. A pessoa que é ignorante, você chama ela da apedeuta, que ela não vai entender.
    1. Estes são os eufemismos mentaissomáticos.
    2. Se chamar o presidente de apedeuta ele é capaz de agradecer, e te fazer ministro em pouco tempo.
    3. Quando eu era rapazinho me chamaram de heresiarca, e na época eu não sabia ainda o que era a palavra. Eu devia ter falado muita coisa braba para me chamarem de uma coisa dessas.
  1. Hannah Arendt. INT: ela teve contato con Einstein já que assinaram uma carta juntos contra o fascismo que estava acontecendo em Israel, no jornal.
    1. PW: eu não sei nada sobre o Einstein não. Uma vez ele apareceu quando eu estava discutindo uma coisa de física com os judeus. Tinha um grande cientista físico lá comigo na hora, e ele apareceu, mas faz muitos anos.
  1. Poetas. INT: no espiritismo falavam que as pessoas mais evoluídas eram os poetas e escritores. PW: por isso que e deixei a religião, o espiritismo.
    1. Como é que a igreja católica vai dominar as outras pessoas se ela não ficar exaltando a emoção?
    2. Um homem todo engravatado, com o último terno do alfaiate que fica num andor levando uma imagem de barro numa procissão - uma imagem de barro. Se pelo menos fosse uma mulher bonita, mas não é. Como é que a igreja consegue isso? Eles batem o sino - é a hipnose.
    3. Agora, pelo menos o espiritismo não tem mais essas, coisas. Eles fizeram uma depurada.
  1. Aptidão. A sobrevivência do cachorro mais apto não é a mesma coisa que a nossa. Tem uns que ficam doidos com a roda do carro.
    1. A pessoa às vezes tem aquele clarão, que é a idéia que ela teve. É quando cai a luz, o relâmpago, uma faísca da inteligência que iluminou temporariamente e você vê as coisas perto de você, daí some na hora.
    2. O processo é a limpidez da inteligência relampagueante. O ideal para nós é a concistência e a continuidade do processo. Agora, tudo indica que só ocorre com a consciex livre.
    3. A verdadeira retilinearidade da pensenização é a ininterrupta, que não para.

*13:26

*Pausa

*13:49

  1. Macrossomática. Um jeito de estudar bom é ampliar o universo de estudos - ver mais pessoas.
    1. O bom é estudar os fraternos, os hermanos. É bom estudar desde o xipófogo até os irmãos normais.
    2. É para ver o gênero dos irmãos - uma porção de moças e depois uma porçãod e rapazes e fazer a aproximação simples, a abordagem. Tem muita coisa atrás disto.
    3. Para você estudar a macrossomática, a paragenética tem que ser mais entendida mesmo, senão não adianta.
    4. Agora, logo depois de estudar aquilo lá, tem que estudar o parapmicrochip.
    5. Todos aqueles processos que eu fico falando de dragona, sampaco, um monte de coisinhas para se ver, também entram nisso. O problema de triscagem do médium.
    6. A coisa séria é estabelecer logo que for possível as possibilidades do macrossoma se manifestar - os tipos de soma, as relações do macrossoma com o parapsiquismo, e daí vêm as relações das idéias e pode clarear muito as idéias na sua cabeça.
    7. Tem os megaatributos da evolução que os serenões têm e nós não, têm relação com macrossoma.
      1. E eu acho que todo serenão tem macrossoma. Mesmo eles não querendo não teria como eles terem macrossoma, porque a consciência deles que é o orgão organizador do corpo humano, é mais forte do que a genética do pai e da mãe.
      2. Esta condição dos atributos mentalsomáticos que eles têm deve ter uma relação profunda com aquele nível de macrossoma.
    1. Neles deve ser ter condições sutilíssimas que não entendemos. Por exemplo, a interrelação das condições mentais.
    2. Como é que ele organiza 5 inteligências simultâneamente dentro do mesmo cérebro? Fica que nem a flecha que o índio que mandou uma flecha e cortou 5 outras no caminho.
    3. Esta complicação é que é o serenão. O que eu vejo é que isso é impressionante. Eu já vi serenão que me falou que nem ele sabe ainda não e ainda está estudando isso. Eu começei a perguntar dessas coisas e chegou num ponto em que ele disse que não sabia. Ele teria que perguntar para a consciex livre e depois vir falar para a gente.
  1. Ectoplasmia. Tinha muito médium que gostava de estudar estas coisas mas chegava num ponto em que com a ectoplasmia, o meu corpo abaixava a temperatura e eles ficavam até com medo - não voltavam nunca mais.
    1. O meu dedão ficava com 20 graus, a minha orelha com 22...
    2. Eu explicava tudo, antes do cara ir embora eu mostrava para ele, ficava com temperatura normal.
    3. Nós usávamos uma porção de termômetros, em todos os lados. O meu hálux ficava branco.
    4. Eu também fazia a alga do aquário secar dentro dele, eles pegavam e ela estava seca, sendo que tinha outra ail que tinha sido colocada na mesma época e estava boa ainda. Eles não entendiam isso, não sabiam explicar.
  1. Livro. O livro que você está escrevendo é para que tipo de leitor? É para qual faixa?
    1. Tem também que olhar o nível técnico dos leitores. Nós não podemos esperar para massificar e o livro virar best seller. Todo mundo que fizer isto, fez concessões para fazer média.
    2. Dentro da conscienciologia, qualquer livro que você fizer e virar best seller, tem que desconfiar dele.
  1. Senhor de Lexington. PES: aquele velhinho que o senhor falou que era evoluciólogo também não tinha muito conhecimento de macrossoma pelo o que o senhor falou... Como ele ia orientar a proéxis dos outros e não saber isso? PW: macrossoma mais avançado e instalado não funciona se ele não for ativado pelo evoluciólogo.
    1. Ele nunca tinha estudado macrossoma, ele falou isso.
    2. Agora, ninguém nunca falou isso do jeito que eu falei. Os serenões sabem desta história há milênios.
    3. Eu sempre falava on instituto que eu não estava trazendo novidade nenhuma, mas que para quem era ignorante, uma novidade já era alfabeto inteiro.
    4. A gente não sabe que tipo de evoluciólogo que ele era. Existem vários tipos e a gente não sabe dessas coisas como é que são.
    5. Macrossoma é um assunto difícil, igual ao processo das dragonas. É um processo muito raro.
    6. Medicina existe desde a época do cro-magnon. Eles apertavam o piolho um do outro, tiravam ali, apertavam o dedão... São milênios e nunca ninguém explicitou o processo do macrossoma.
    7. É lógico que já devem ter pensado nisto, mas se for pensar, se não existisse um macrossoma ainda, nós íamos inventar ele para você, com todas as coisas. Agora, eu não inventei nada disso não.
    8. Macrossoma é coisa que eu já vi em outras vidas, quando eu fui médico. Quando você pensa numa coisa que transcende o senso comum, você entra no esoterismo e tem o relâmpago da idéia nova - acende a luz. Agora, uma luz de 5 velas só, mas já começa.
      1. Aí tem vários nomes. Um é serendiptia, outro criatividade, heurística, eureca... Nós todos vamos caminhar para isto.
    1. Quando eu encontrei com o Chico ele já tinha tido algumas idéias originais. Eu tinha aparecido para ele como consciex antes de ressomar e falado nisso, em idéias originais e ele depois falou lá, do que ele tinha recebido de mim na época.
    2. O Emmanuel também depois deu mais umas coisas para ele, que o povo ia lá perguntar para ele o que era isso e aquilo e ele falava lá, das mensagens, o que era melhor.

*14:10

  1. Comunicação. Se há mais comunicação entre o assistente e o assistido, e eles se entendem melhor, tudo caminha mais. Ele pede na linguagem dele e você conversa com ele, traduzindo para a sua, e vocês dois se entendem.
    1. Ele quer "uma grana". Daí você explica para ele que ele quer um capital, um montante. Ele não pode chegar no banco sem saber usar a linguagem deles lá.
    2. O ideal é quando você faz a assistência de uma tal maneira que o assistido sobe 50% e você desce 50%, e se encontram no meio do caminho. Neste caso, o que existe, é a expressão intercambiável, no meio do caminho.
  1. Homologação. Eu crio coisas novas para fazer as pessoas pensarem, principalmente na fatologia. Eu sei que muita coisa não é entendida, e é de propósito, para a pessoa estudar mais.
    1. Uma vez eu falei para o cara que veio falar comigo recentemente para ele ir estudar os antigos verbetes, que ele ia entender mais as coisas dos atuais.
    2. Ele foi e depois voltou me falando que realmente estava entendendo muito mais agora. A pior coisa é você ler uma coisa, fazer que leu mas não leu. Você está lendo um livro, fingindo que lê, mas sem captar nada...
    3. A pessoa não seguiu. Mesmo eu que leio há 70 anos, se não prestar atenção, daí há pouco eu perco o fio da meada.
    4. Agora, com as anotações você faz o repuxo da idéia, mantém o texto todo à cavaleira.
  1. Bipolaridade. A pessoa pode ter uma excitação muito grande e quando chega um assediador perto dela, entrar num período longo de depressão.
    1. Bipolaridade é o nome bonito que arranjaram para isso, para substituir o antigo (*o nome original era "psicose maníaco-depressiva").

*14:21

*Comerciais

***


terça-feira, 1 de setembro de 2009

*1312. Linguagem Denotativa - Terça-feira, 1 de Agosto de 2009



**************************************************************************

O texto a seguir não constitui transcrição das palavras do professor Waldo.

Por favor, para saber o conteúdo exato das tertúlias, vejam o vídeo ou ouçam o arquivo de audio no site www.tertuliaconscienciologia.org.

Essas anotações são pontos que eu anotei e que estão sujeitos à minha interpretação.

**************************************************************************


Share/Save/Bookmark
***Legenda***
PW: resposta do Professor Waldo;
INT: pergunta da internet;
PES: pergunta de pessoa presente na tertúlia;
(*....): algum comentário meu;
*hh:mm: hora do dia em que determinada parte do texto foi debatida nesta tertúlia;
*Pausa: dei um intervalo porque fui fazer alguma coisa ou aconteceu corte na minha recepção do vídeo;
Negrito:
Epígrafe do parágrafo a seguir ou uma parte do texto que eu achei interessante marcar para chamar a atenção.

*A partir das 13:17

  1. Intermissivistas. Não dá para generalizar se a pessoa que chega para os cursos era consciex normal ou intermissivista. Às vezes a pessoa quer ver se a outra é intermissivista e vai de quatro no que opinou.
    1. Tem que ver várias condições, por isso que eu levo até uns meses para olhar. Tem que olhar o comportamento dela, a idade física, as condições da vida dela...
  1. Hotel. Tem um hotel que eu fiquei que tem a "suíte Van Gogh", que tem até docel na cama. Você fica completamente imerso lá.
    1. Esta cidade do hotel só tem alemães, italianos e japoneses. É o pessoal do eixo, da segunda guerra, mas o ambiente não é negativo não, é bom!
    2. Há uma inspiração, o homem que fez o hotel deve ter alguma inspiradora italiana boa, que nem eu arranjei a Veronesa (amparadora italiana). Agora o homem deve ser de Veneza, tá na cara. Aquilo é de Veneza.
  1. Autobiografia. INT: se todo texto é autobiográfico, mesmo a linguagem denotativa vai ter mensagem subjetiva intrínseca? PW: não é bem assim não - às vezes não acontece, e não se pode generalizar com estas coisas não, vá com calma.
  2. Linguagem chula. INT: poderia falar sobre materiais didáticos com linguagm chula e figuras obscenas, que dizem ser assim para erproduzir o meio de vida dos alunos? PW: isto e das maiores bobagens que eu já vi por aí.
    1. Os alunos já sabem o que é linguagem chula - eles é que podem ensinar para os professores até.
    2. Isso é aquela coisa do Stanislaw Ponte preta. Eles querendo fazer uma linguagem melhor para fazer rapport com os alunos através dos termos chulos.
    3. Isso não vai pegar não - vão combater isso aí, cedo ou tarde. O Brasil não está tão burrildo, burróido e burróide assim não.
  1. Hannah Arendt. Nõs não sabemos a relação dela conosco - ainda não temos retrocognição o sufiente.
    1. Agora, vamos estudar esse povo né, vamos estudar os filósogos, cientistas convencionais e materialistas, artistas para ficar livre deles. Por aí vai, etc, etc.
  1. AIEC. Parece que ele anda trabalhando na Intertúdio. O que eu visitei dele há muitos anos era um local de paracérebro.
    1. Ele está na Interlúdio, trabalhando ali para mostrar certas coisas como é que é. Isso é um estudo da parecerebrologia.
    2. Ele mostra o que é a reflexão para as pessoas. Ele dá aulas para quem passa por lá. A paracerebrologia é o mais avançado que tem - é a linguagem real da consciex livre.
    3. Eu, uma vez me submeti às cosias do aparelho dele e é isso mesmo.
  1. Semana da arte moderna. É de vomitar, só tem bobagem naquele negócio!
    1. O Marinete, sabe quem é o Marinete?
    2. É tudo poesia, literatura, arte - ainda se tem muita coisa para melhorar nisso aí.

*Pausa

*13:48

  1. Ectoplasmia. Temos vários orifícios do corpo. Ela sai pelos orifícios naturais do corpo humano, inclusive o olho, que pode ser considerado.
    1. Ela sai também pelos poros da pessoa. Ela sai das células, na maioria dos caros fica ali dentro delas.
  1. Psicofonia. O parapíquista que faz isto há milênios tem facilidade com isto.
    1. Pode ser que ele queira evitar misticismos e de ser oráculo na linguagem quando entra no processo racional. Isso tudo é explicado mais ou menos no curso intermissivo que todo mundo fez.
    2. Nós usamos mais a linguagem denotativa porque como é que vamos mexer com processos do mentalssoma se não for assim?
    3. Como ninguém faz isto, então usamos a técnica.
  1. Verpon. Ela não tem mais conotação - é a denotação, a síntese da linguagem denotativa.
    1. Agora, a pessoa que quer fazer tares vai ter uma hora em que vai precisar fazer tacon junto. A tares é a linguagem denotativa, e a tacon, linguagem conotativa.
    2. Querer separar essas coisas não tem jeito.
    3. A maior prova é procurar um jeito de usar o pensene nesta vida tirando alguma parte do pensene. Não tem jeito - faz parte. Estão vendo como o pensene é intrincado e complexo?
    4. Agora, todos nós somos poliédricos e multifacetados.
  1. Literatura. Mesmo literatura que chamam de realista é muito fantasiosa ainda.
    1. Uma pessoa vai usar a literatura para comunicar alguma coisa, então faz um conto, novela ou romance. Ela vai tecer uma história ficcional que não é factual, para expressar e dar uma mensagem.
    2. Outra pessoa quer dar a mesma mensagem mas não vai fazer pela literatura nem poesia, nem prosa e nem romance - vai fazer um livro técnico explicando tudo com didática. A primeira perdeu muita coisa com a gordura da comunicação.
    3. A segunda foi com lucidez e expôs toda a coisa técnica. Lá no fundo não podemos combater a técnica em tudo - ela é uma consequência da ciência para ampliar a racionalidade da humanidade.
    4. Nestes livros autobiográficos você não vai ver a pessoa falando a verdadeira realidade dela. A maior prova é que ela tem uma autoimagem distorçida dela mesma.
    5. Às vezes a pessoa tem até boa intenção e é sincera, mas não tem a linguagem apropriada para expressar sua verdadeira sensação.
    6. Veja a dificuldade que o povo tem aqui para relatar suas experiências parapsíquicas.
      1. No Projeciologia temos a projeciografia, que é assentada nisto. Ela é assentada na projeciocrítica.
  1. Princípio pessoal. Ele é assentado no princípio da descrença que é assentado na experiência pessoal. Então não tem como fugir daquilo.
    1. Você não vai fazer convencimento de ninguém, vai informar. E não tem como ficar querendo falar para alguma pessoa sobre algo de que ela não tem experiência.
    2. É a técnica da banana, a banana technique, que esnoba a dogmática.
    3. Nunca tentei convencer ninguém de nada. Eu defendo meu ponto de vista, sem querer convençer ninguém, mas também defendo o direito do outro de ter a própria opinião.
  1. Ciclo pessoal. Tem que fazer o retorno no próprio ciclo, para o passado, só que com sentimentos elevados.
    1. Crescendo seria mutilador e pequeno - por isso eu coloquei ciclo.
  1. Ballonnement. Quando a pessoa tenta exteriorizar e aumenta a aura mas sem exteriorizar as energias, é o Ballonnement.
    1. A projeção de energias que parece um tentáculo é o chacra se alongando. Às vezes pode ser o psicossoma, se estiver saindo do corpo, com o psicossoma se exteriorizando.
    2. Aquele negócio que aparece no sol, as tempestades solares, é o que a pessoa está fazendo. Eu já fiz desenhos em cursos meus sobre isso. Quase sempre é o processo da energia. Quando a pessoa faz ectoplasmia parece a tempestade solar.
    3. Quase sempre estes tentáculos aí podem ter ectoplasmia aí sim.
    4. Eu recomento estudar o que é ballonnement, que tem no projeciologia - 10ª edição. Está nas bancas, a 10ª edição. Em português, o nome do fenômeno é "balonamento".
  1. Filosofia e conotação. Eles não entraram para o acostamento por causa de conotação... Ela só ficou nisso desde o início e não avançou nunca, por causa do processo conotativo.
    1. Um bom filósofo vai ver que é impossível casar religião com ciência, porque religião é coisa de bicho, instinto religioso sem racionalidade. Ciência é uma coisa raciocinada. É impossível casar instinto com racionalidade!
    2. Não venha dizer que existe fé raciocinada do jeito que o Allan Kardec falou, que isso é besteira!
    3. Vai chegar uma hora em que não vai ter jeito de raciocinar e juntar mais o processo de religião com filosofia - eles vão ver que é besteira.
    4. Quase sempre eles estão querendo fazer média, fazer algum processo de espetáculo fantástico.
    5. O cara dos mais retraídos, na hora que fala, quer criar uma bomba para dar impacto, e acha que o pensamento dele sempre é o mais superior e avançado, diferente de todos eles - e não é, é tudo requentado.
    6. A filosofia, você não acha que a maioria é requentada? Quem é o cara mais requentado da história.
    7. Os caras que são mais requentados da história são o Sócrates e o Platão. Na verdade o Platão, porque ele é que trouxe o Sócrates. Agora, depois tem o Aristóteles.
  1. Aristóteles. PES: uma vez o senhor falou que ele já estava mais avançadinho. O senhor sabe em que nível ele está hoje? PW: ah eu não sei não, mas que eles tá, ele tá... Agora, na época dele, tem umas bobagens enormes que ele falou, porque ele não pequisava, só teorizava.
    1. Naquela época ele tem coisas que eram pavorosas.
    2. Uma delas é que ele falou que o homem tinha 20 dentes... Ele não contou para ver que eram 32. É uma loucura isso aí.
    3. Ele deve ter contado numa criança e visto só os dentes decíduos. Ele não deve ter contado os dentes em um adulto, e achou que eram iguais aos da criança.
    4. Ele não deve ter contado os cisos. Agora, um filósofo sem ciso, tá danado!
  1. Filósofos. Agora, os que eu falo aqui são Adorno, Heidegger, Schopenhauer, e a Hannah Arendt.
    1. O outro que está na escandinávia, o Anaximandro também é da nossa turma (http://pt.wikipedia.org/wiki/Anaximandro_de_Mileto)
  1. Advogados. O maior erro deles é o excesso do jurídico (?).
    1. Estou lendo um livro aqui "Os Princípios Filosóficos do Direito Político Moderno". Eu estou lendo devagar, com atenção. O processo de derrogar os costumes.
    2. A autora é boa, fala de metas jurídicas, metajurisdição, direito e soberania.

*14:20

*Comerciais

***


*1311. Interpretação Seletiva - Terça-feira, 31 de Agosto de 2009



**************************************************************************

O texto a seguir não constitui transcrição das palavras do professor Waldo.

Por favor, para saber o conteúdo exato das tertúlias, vejam o vídeo ou ouçam o arquivo de audio no site www.tertuliaconscienciologia.org.

Essas anotações são pontos que eu anotei e que estão sujeitos à minha interpretação.

**************************************************************************


Share/Save/Bookmark
***Legenda***
PW: resposta do Professor Waldo;
INT: pergunta da internet;
PES: pergunta de pessoa presente na tertúlia;
(*....): algum comentário meu;
*hh:mm: hora do dia em que determinada parte do texto foi debatida nesta tertúlia;
*Pausa: dei um intervalo porque fui fazer alguma coisa ou aconteceu corte na minha recepção do vídeo;
Negrito:
Epígrafe do parágrafo a seguir ou uma parte do texto que eu achei interessante marcar para chamar a atenção.

*Esta eu não pude ver.